Os recursos foram apresentados pelo Ministério Público Eleitoral e pela coligação que apoiou Marcelo Freixo, candidato derrotado na eleição de 2022, e questionam possíveis abusos de poder político e econômico, irregularidades nos gastos de recursos eleitorais e condutas proibidas de agentes públicos durante o período eleitoral.
Entre as acusações estão supostas irregularidades na Ceperj, fundação estadual ligada a políticas públicas, e na Uerj, incluindo:
- Leia também
- BOMBA! Alexandre de Moraes participou de uma degustação de whisky
- Filho 01 de Lula está dando muita dor cabeça aos cofres públicos!
- Lula está fudido da Silva! PCC e comando vermelho está na mira do galego
- Governo libera SUS a fornecer procedimentos odontológicos
uso da Ceperj com finalidades eleitoreiras;
aumento expressivo do orçamento para projetos não previstos em lei;
criação de programas sociais sem previsão orçamentária;
manutenção de uma “folha de pagamento secreta” com 18 mil pessoas contratadas sem concurso público.
No julgamento anterior no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, Cláudio Castro e o vice-governador, Thiago Pampolha (MDB), foram absolvidos, mantendo seus mandatos.
O processo também envolve o deputado estadual Rodrigo Bacellar, afastado da presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Com a solicitação de vista do ministro Nunes Marques, o TSE terá mais tempo para analisar as acusações antes de retomar a votação, marcada para 24 de março.
Caso sejam condenados, o governador e o vice podem ter os mandatos cassados e ficar inelegíveis por oito anos.
gazetabrail.com / www.jornalsanatnoticia.com.br

