As transferências eram feitas mensalmente, no valor fixo de R$ 50 mil cada. O fluxo de pagamentos foi interrompido imediatamente após a deflagração da operação policial que mirou Bittar. A investigação aponta que o empresário teria atuado para favorecer interesses privados em licitações e contratos custeados com verbas federais da educação.
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Kalil Bittar possui um histórico de proximidade com o filho do presidente Lula, tendo sido seu sócio na Gamecorp. Além dos valores enviados a Bittar, a quebra de sigilo bancário revelou outras movimentações financeiras de Lulinha, incluindo repasses ao ex-sócio Jonas Suassuna e aplicações em fundos de investimento com recursos provenientes de seu pai e de Paulo Okamotto, ex-presidente do Instituto Lula.
