Caso Vitória: Brasil Urgente reconstitui passos de Maicol após o crime

 O Brasil Urgente usou a tecnologia da inteligência artificial para reconstituir o caso Vitória com base no depoimento do principal suspeito, Maicol.

O que teria feito Maicol depois de assassinar Vitória Regina? Na confissão ao delegado de Cajamar, na Grande São Paulo, o operador de empilhadeiras contou que na manhã seguinte ao crime se levantou por volta das 07h e foi trabalhar.

Ele retornou para casa por volta das cinco da tarde e como havia lixos para queimar, acabou queimando junto os pertences de vitória que ele tinha deixado do lado de fora da casa: as roupas, o celular e a sacola que a jovem carregava.
 De acordo com Maicol, os resíduos foram dispensados numa lixeira próximo a um campo de futebol.

Maicol contou que jogou a faca usada para matar Vitória em um rio e que não voltou mais ao local onde desovou o corpo. 
O criminoso disse que lavou as mãos sujas de sangue no chuveiro e que não percebeu manchas de sangue no carro, mas lavou principalmente o porta-malas.
Perguntado se havia mais alguém no Corolla na noite do crime, Maicol garantiu que não e que nenhum dos averiguados conduzidos à delegacia tem a ver com o caso.
Embora a polícia tenha dito que o criminoso comprou uma balaclava pela internet, ele contou que vestia um moletom com capuz, mas que acredita que não usou o capuz porque vitória poderia não o reconhecer.
Maicol falou que quando viu a repercussão do caso na imprensa ficou muito preocupado, mas procurou não aparentar nervosismo e que não ameaçou nenhuma testemunha, tendo ligado apenas para um motorista que contou que viu o Corolla dele parado no ponto.
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Maicol disse ter acreditado que o homem queria causar intriga entre ele e a esposa. Sobre as diversas fotos de mulheres parecidas com vitória encontradas no celular dele, Maicol disse que apenas achava as moças bonitas e que não possui arma de fogo, que a foto encontrada pela polícia estava na internet.
O criminoso também foi interrogado sobre o corpo achado numa cachoeira dias antes do de vitória, e disse que não se preocupou, pois sabia que se tratava de outra pessoa. 
Só descobriu depois que era de Edna, que trabalhou para família dele.
O Brasil Urgente usou a tecnologia da inteligência artificial para reconstituir o caso Vitória com base no depoimento do principal suspeito, Maicol.
Na tarde desta quarta-feira (19), questionado por jornalistas momentos antes de ser transferido para o CDP de Guarulhos, na Grande São Paulo, Maicol chegou a negar a confissão da autoria do crime.
O que aconteceu?
A Vitória trabalhava em um shopping da região e desapareceu na noite de 26 de fevereiro, quando voltava para casa após o expediente. 
Imagens de câmeras de segurança mostram Vitória caminhando em direção a um ponto de ônibus 
– trajeto que costumava fazer diariamente. 
Dois homens em um carro pararam brevemente para conversar com ela. 
Desconfiada da abordagem, a jovem enviou mensagens para uma amiga, expressando seu desconforto com a atitude da dupla. 
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Enquanto ela ainda estava no local, outros dois homens chegaram ao ponto e também permaneceram ali. Os três embarcaram no ônibus, mas, segundo Vitória, eles teriam descido antes dela.
Segundo o  depoimento do motorista do ônibus, ela desceu sozinha no mesmo local de sempre, em uma estrada de terra do bairro Ponunduva, região de chácaras onde vivia com a família. 
Esse foi o último lugar onde foi vista.
Quando Vitória foi encontrada?
O corpo de Vitória foi encontrado na tarde de quarta-feira (5) em uma área de mata fechada em Cajamar, a cerca de 5 quilômetros de sua casa, já em estado avançado de decomposição. 
Ela foi identificada pelos familiares através de uma tatuagem de borboleta na perna e um piercing no umbigo. kelly dias