ESCÂNDALO NA SAÚDE: PREFEITURA COLOCOU SANTA CRUZ NO CAUC E TRAVA R$ 1,2 MILHÃO DA TELEMEDICINA

⚠️ "SÓ NÃO VÊ QUEM É CEGO DE MORAL!"

A Equipe 220V convoca Santa Cruz: Abra os olhos para a verdade!

ATÉ ONDE ELES VÃO PARA NÃO LARGAR A CADEIRA? 
Conheça os bastidores da decadência política que travou Santa Cruz do Rio Pardo!
PREFEITO, CADÊ O DINHEIRO DA TELEMEDICINA? R$ 1,2 MILHÃO QUE JÁ SE COMPORTA COMO MAIS DE R$ 1,5 MILHÃO!
Enquanto verba carimbada enviada por Tarcísio de Freitas mofa nas UBSs, município amarga fila crônica de 627 dias por exames e consultas especializadas.
Olha, isso aqui é uma matéria de jornalismo investigativo legítima, escrita pelo Artur Pilar para o Jornal Santa Notícia!
O APAGÃO DA TELEMEDICINA EM SANTA CRUZ: RECURSOS CARIMBADOS, FILAS DE DOIS ANOS E O SILÊNCIO DO PODER
Por Artur Pilar (Com colaboração de Helena Real)
"Só não vê quem é cego de moral." 
No início da década de 1960, a agência espacial americana, a NASA, enfrentava o maior desafio tecnológico da história: monitorar em tempo real a saúde, os batimentos cardíacos e as funções vitais de astronautas enviados ao espaço profundo, a milhares de quilômetros de distância da Terra. 
Nascia ali, de uma necessidade extrema e da engenharia militar dos Estados Unidos, a ciência da Telemedicina. 
Em 1967, o Hospital Geral de Massachusetts já ligava médicos da capital a postos de saúde isolados através de ecrãs de televisão e linhas de telefone para salvar vidas de forma simples, rápida e eficaz. 
Curar à distância era o futuro.
Mas em Santa Cruz do Rio Pardo, o futuro foi sequestrado pelo passado. 
O modelo político que governa a nossa cidade há mais de dez anos 
— e que na última eleição balançou de forma histórica, sustentando-se no poder por uma diferença minúscula de apenas 125 votos 
— mostra claros sinais de esgotamento e decadência. 
O povo cansou do assistencialismo de gabinete.
Corta o cenário para o interior paulista, em pleno ano de 2026. 
No jornalismo independente e de alta voltagem conduzido pela bancada da Equipe 220 Volts, aprendemos que o rastro da incompetência e do oportunismo político não se apaga com asfalto fresco, tinta de reforma ou propaganda maquiada no Instagram ou no Facebook. 
Apaga-se confrontando a dureza dos factos, das leis e dos documentos.
Neste domingo, o Jornal Santa Notícia abre a caixa-preta da saúde municipal e revela como essa mesma tecnologia 
— que o mundo usa para voar 
— virou o maior pesadelo dos "donos da cidade" para manter a população refém de um sistema arcaico e humilhante. 
O contraste é violento: o governo de Tarcísio de Freitas enviou os recursos do IGM SUS Paulista, o dinheiro saiu e o rastro digital da Secretaria da Fazenda carimbou a transferência. No entanto, o polémico Edital 10/2026 virou um buraco negro: a prefeitura mantém R$ 1,2 milhão travados na máquina administrativa, enquanto computadores mofam nas UBSs e o cidadão comum amarga uma fila de espera oculta de 627 dias (dois anos) por exames e consultas que a tecnologia estadual, que é 100% gratuita para o município, resolveria em minutos.
O "Limbo" Digital Planejado e a Realidade das UBSs
O abandono do programa de telessaúde (TeleAPS / Saúde Digital SP) por exatos 627 dias não é uma simples falha técnica ou falta de dinheiro; é um atraso crônico estruturado. 
O Governo do Estado de São Paulo já investiu bilhões 
REPITO, BILHÕES 
—a tecnologia está paga pelo seu imposto estadual e o sistema está pronto para rodar. Santa Cruz do Rio Pardo foi uma das primeiras cidades da região a aderir de imediato e o rastro oficial da Secretaria da Fazenda (Sefaz-SP) confirma a transferência de R$ 1,2 milhão com status de "Concluído/Pago". 
A prefeitura só precisava gerir as agendas e abrir as telas dos computadores nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Mas o que se vê na rede básica é um cenário de abandono tecnológico: computadores mofando nas gavetas, falta de treinamento de pessoal e o progresso trancado a sete chaves. A conta é simples, mas amarga na pele do povo humilde: quanto mais a fila do SUS trava, mais as salas das clínicas físicas de parceiros e aliados enchem. 
Por que o jovem de Santa Cruz consegue resolver toda a sua vida, compras e bancos com um clique pelo celular, mas é obrigado a enfrentar o asfalto frio da madrugada na fila do posto por um encaminhamento de papel de 50 anos atrás?

O Flagrante das Ruas: O Povo na Sarjeta e a Indústria do Deslocamento

A gravidade da denúncia ganhou rostos, nomes e o desespero de cidadãos reais nesta semana. Em vídeo gravado na porta da rede básica, o presidente da Câmara, Juninho Souza, mostrou a crueldade da engrenagem local. Com uma guia de encaminhamento na mão, o parlamentar escancarou o drama: a promessa para exames essenciais como ultrassom e ressonância é jogada para "daqui a 30 dias, se houver vaga".

Pior do que a espera é a humilhação logística. O parlamentar denunciou que a prefeitura prefere mandar os pacientes para fora do município para realizar exames em laboratórios de terceiros, gastando com transporte e contratos externos, em vez de ativar a tecnologia da telessaúde que já está paga. É o retrato da política do atraso: o povo sofre na sarjeta e o recurso público alimenta a engrenagem das clínicas privadas parceiras.

"A saúde tá um verdadeiro caos na mão desse prefeito. Enquanto eles travam a tecnologia gratuita do Estado que resolveria a fila em minutos, o povo humilde é despachado para outras cidades ou obrigado a pagar particular se quiser sobreviver", disparou Juninho Souza.

A Voz do Povo: O Clamor nas Redes Sociais Confirma o Caos

Basta abrir as redes sociais para entender que a fila de 627 dias denunciada pelo Jornal Santa Notícia é a realidade que sangra na pele da população:

  • 🗣️ Luciane Rosseto: "Minha mãe faz 2 anos que espera uma cirurgia." (A prova real do limbo estruturado pelo município).
  • 🗣️ Renato Lopes: "Faz 5 meses que estou esperando um exame da VISTA."
  • 🗣️ Neuza Rodriguez: "Marquei uma dermatologista em janeiro até agora não chamou... meu marido marcou endoscopia ano passado até agora não chamou, pobre sofre."
  • 🗣️ Maria Pinheiro: "Eu precisava de um cardiologista, demorou 6 meses... como era mais urgente tive que pagar."

O desabafo popular expõe a engrenagem cruel: quem tem dinheiro paga e resolve "rapidinho", quem é humilde mofa na fila oficial enquanto R$ 1,2 milhão da telemedicina estadual seguem trancados nos cofres da prefeitura.

O Cruzamento dos Dados: A Matemática Cruel do Descaso
O nó cego dessa engrenagem fica evidente quando cruzamos as dotações carimbadas do Edital 10/2026 com o tempo de sofrimento da população. 
Enquanto a dotação orçamentária do convênio estadual dorme em berço esplêndido nas contas da prefeitura, o sistema de regulação local acumula uma fila crônica.
Este é o contraste mais cruel do assistencialismo: de um lado, o discurso populista que finge cuidar dos mais humildes; do outro, a realidade fria de famílias inteiras amargando 627 dias de espera por um exame. 
O dinheiro enviado pelo governo estadual de Tarcísio de Freitas estava carimbado para salvar vidas e modernizar a saúde. 
Ao reter esse R$ 1,2 milhão na burocracia, a gestão não castiga a oposição; castiga o cidadão da periferia que não tem alternativa a não ser esperar. 
São exatos 627 dias de atraso para consultas especializadas e exames que deveriam ser laudados via satélite ou fibra ótica em tempo recorde.
O gargalo não é logístico; é político. R$ 1,2 milhão parados geram rendimentos para o banco ou cobrem buracos de caixa de uma máquina inchada, enquanto o paciente da periferia aguarda na fila por uma ultrassonografia, uma consulta cardiológica ou um exame de imagem que o programa Saúde Digital SP resolveria sem que o cidadão precisasse sair do seu bairro.
O APAGÃO DA TELEMEDICINA: CLÃ TORRA R$ 550 MIL EM PROPAGANDA ENQUANTO PERIFERIA PADECE SEM MÉDICO
Coluna do Artur abre a caixa-preta do Edital 10/2026, expõe crime fiscal contra a LRF e detalha a baixaria que gerou Comissão Processante na Câmara.
O Crime Fiscal da Verba Carimbada: Violação à LRF
Além do drama humano, o congelamento dessas dotações esbarra na ilegalidade técnica. 
À luz da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), reter repasses vinculados e carimbados da saúde para maquiar o fluxo de caixa ou aplicar recursos de forma diversa daquela pactuada configura uma grave afronta à gestão fiscal responsável. 
Enquanto o Executivo "senta em cima" de R$ 1,2 milhão enviados especificamente para a Saúde Digital e acumula o fantasma do CAUC, a prefeitura torra mais de R$ 550.000,00 do dinheiro do povo em propagandas de TV e mídias pagas, tentando vender a illusions de uma "cidade perfeita" e idealizada que só existe no marketing.
O dinheiro público tem endereço e finalidade descritos em lei, mas a prioridade do sistema é o circo: gastam-se horrores dos cofres públicos com meras três horas de shows luxuosos para enganar a população, enquanto o rastro digital da saúde definha por falta de gestão. 
Para quem busca entender a raiz ideológica e o início desse modelo de governar focado na propaganda e no assistencialismo de gabinete, o rastro histórico não mente: as imagens do prefeito abraçado com o presidente Lula revelam a verdadeira cartilha política que inspira a atual gestão.
Foto do prefeito Otacílio Parras Assis abraçado com o presidente Lula, utilizada na Coluna do Artur no Jornal Santa Notícia para debater o alinhamento político da gestão de Santa Cruz do Rio Pardo.
Registro histórico que ajuda a compreender as raízes do modelo político baseado em assistencialismo de gabinete e forte aparato publicitário, social-democracia


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A Manobra dos Uniformes Esquecidos: Marketing de Fachada

Essa obsessão pela imagem em detrimento dos serviços essenciais ganhou um capítulo vergonhoso na educação...
 Em uma clara tentativa de faturar politicamente e desviar o foco das cobranças, a prefeitura montou uma operação de marketing para entregar vestuários escolares. 
O que eles não contavam para o povo é que esses mesmos uniformes ficaram guardados e esquecidos em depósitos por anos, mofando longe das crianças enquanto o governo esperava o momento eleitoral mais conveniente para "capitalizar" a entrega.
É a política do espetáculo: gasta-se com propaganda, retém-se o direito dos alunos em depósitos e joga-se o município no Cadastro de Inadimplência da União (CAUC). 
Com o nome "sujo" no Serasa Federal, a cidade perde verbas e sofre cobranças crônicas de juros pelo não uso dos recursos da telessaúde, mas o marketing de fachada continua operando a todo vapor para esconder a insolvência fiscal. 
Desviar a finalidade ou omitir a aplicação de verba carimbada é uma violação técnica gravíssima da LRF, passível de rejeição de contas e sanções severas pelos órgãos de controle.
Do Cabide de Empregos ao Apagão: Onde Está a Câmara?
Esse desrespeito flagrante com a Moralidade Administrativa não é um caso isolado, mas um sintoma de um governo habituado a testar os limites da lei. 
O rastro do oportunismo é o mesmo. 
Recentemente, a força da lei precisou agir de forma implacável na pasta do ensino local: uma intervenção cirúrgica do Ministério Público desmoronou o escandaloso cabide de empregos que abrigava apadrinhados políticos em contratações totalmente irregulares na Educação. 
Imagem conceitual da Coluna do Artur no Jornal Santa Notícia mostrando um lobo disfarçado de ovelha, ilustrando a crítica sobre o rastro político em Santa Cruz do Rio Pardo.
Imagem conceitual da Coluna do Artur no Jornal Santa Notícia mostrando um lobo disfarçado de ovelha, ilustrando a crítica sobre o rastro político em Santa Cruz do Rio Pardo. O rastro de colapso fiscal que tenta se disfarçar de salvação para enganar o povo humilde.
Abra os olhos, Santa Cruz! 
O rastro histórico de destruição administrativa não se apaga com promessas maquiadas. Quem desestruturou a saúde pública local no passado, exportou o mesmo modelo de colapso para a cidade vizinha de Ourinhos e agora tenta retornar à cena sob o pretexto de reestruturação. 
Cuidado com o lobo em pele de cordeiro: quem quebrou lá fora, não conserta aqui dentro. 
O povo exige respeito e memória!
Se o MP precisa intervir para restabelecer a moralidade e limpar a máquina pública nas escolas, quem garante que o mesmo "modus operandi" de favorecimento não está operando por trás do travamento de R$ 1,2 milhão da saúde?
Diante de tamanha gravidade, a pergunta que ecoa nas ruas de Santa Cruz é uma só: onde está a fiscalização da Câmara Municipal? 
O papel constitucional dos vereadores é vigiar o cofre e cobrar eficiência, mas o silêncio da maioria do legislativo diante de uma fila oculta de dois anos e de verbas estaduais mofando nas contas é ensurdecedor. 
A leniência de quem deveria fiscalizar transforma o plenário em um puxadinho do Executivo e deixa a periferia desamparada.
Essa paralisia reflete a anatomia de um fim de ciclo. 
Uma liderança que já soma mais de uma década na cadeira perdeu a capacidade de inovar e de dialogar. 
O resultado dessa fadiga do poder é o atual apagão administrativo. 
Aquela margem estreita de 125 votos que decidiu a última eleição não foi um detalhe; foi o último aviso de um povo que já começou a abrir os olhos e que recusa a herança do atraso.
DO CAUC AO PLENÁRIO: A ANATOMIA DA HIPOCRISIA QUE TRAVOU A SAÚDE DE SANTA CRUZ
Entre shows milionários e uniformes escolares mofados em depósitos, governo tenta criar cortina de fumaça para esconder rombo orçamentário.
O Baixo Nível no Plenário: O Ataque como Cortina de Fumaça
Diante do ralo que engole a saúde de Santa Cruz, a pergunta que fica é uma só: 
qual é o limite que o ser humano está disposto a ultrapassar para manter o poder? 
Pelo visto, para o atual sistema, o limite não existe quando o assunto é proteger o próprio clã.
Enquanto o povo padece nas filas e as leis fiscais são atropeladas, o cenário político local atinge níveis surreais de degradação institucional. 
Em vez de respostas técnicas sobre o dinheiro travado, parte da base governista escolhe a tática do ataque pessoal violento para tentar calar quem cobra. 
O exemplo mais ultrajante e abusivo veio do vereador e médico Dr. Mauro Assis 
— filho do atual prefeito 
—, que em plena atividade legislativa desceu ao nível do impensável ao proferir insinuações grotescas sobre a infância do presidente da Câmara, Juninho Souza, questionando de forma vil se ele teria sido vítima de abuso quando criança.
Essa agressão inaceitável gerou uma reação imediata e culminou na abertura de uma Comissão Processante por quebra de decoro parlamentar contra o filho do prefeito, aprovada por 7 votos a 5 no plenário. 
Para piorar o espetáculo, na segunda-feira seguinte, o próprio pai 
— que também é médico e chefe do Executivo 
— correu para os microfones da rádio local, a Band FM de Santa Cruz, em uma tentativa desesperada de desmistificar o óbvio e abafar o escândalo.
O prefeito entrou no ar para passar pano sujo e estender um tapete de impunidade sobre as atitudes do "filhinho mimado e mal-educado", que, na mente delirante do pai, está sendo moldado para ser o futuro prefeito da cidade. 
Não há limites para quem está desesperado para manter o poder! 
Quando faltam argumentos técnicos para explicar o dinheiro travado da saúde, o sistema apela para o esgoto da política, transformando o plenário num circo de ataques pessoais
Ao tentar desmentir o vereador Juninho Souza publicamente, o chefe do Executivo usou o palanque de rádio para criar uma fumaça política, tentando salvar o herdeiro do clã a qualquer custo e jogando a moralidade pública no lixo.
O episódio deixa claro o tamanho do desespero do sistema: usam a baixaria no plenário e o palanque de rádio para tentar desestabilizar Juninho Souza, um parlamentar que historicamente tem se mantido firme na trincheira de luta pelo povo humilde. 
É a velha política tentando transformar o debate público em um circo de horrores para esconder o ralo que engole os recursos da Saúde Digital paulista.
À luz do direito público, esperar quase dois anos por um serviço de Saúde Digital que é 100% GRATUITO para o município configura uma grave violação ao Princípio da Eficiência (Art. 37 da Constituição Federal) e Dano ao Erário por Omissão. 
Modernizar a rede básica significaria dar independência ao munícipe e acabar com o "favorzinho" de gabinete e a lucrativa engrenagem das guias eleitorais. 
Preferem ver a Dona Maria chorar na fila da madrugada do que libertar o povo através da tecnologia.
NOTA DA DIREÇÃO JURÍDICA E DE JORNALISMO (RESPALDO CONSTITUCIONAL)
O Jornal Santa Notícia e a bancada investigativa da Equipe 220 Volts reiteram que toda a narrativa fática exposta nesta edição encontra-se rigorosamente ancorada em lastro documental oficial, incluindo extratos de transferências da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), editais do poder executivo local, dados públicos do Cadastro de Inadimplência da União (CAUC), além dos registros oficiais de tramitação e aditamentos de urgência protocolados perante o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) sob o nº 0420.0000178/2026.
Este periódico atua sob a égide intransponível dos pilares democráticos esculpidos na Constituição Federal de 1988:
  1. Da Liberdade de Imprensa e de Crítica Política (Art. 220, CF): 
  2. O Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento histórico da ADPF 130, pacificou que a crítica jornalística a agentes públicos, ainda que ácida, veemente e contundente, é direito indissociável da democracia, não configurando abuso quando voltada à fiscalização de atos administrativos e verbas públicas.
  3. Do Direito à Informação e Interesse Público (Art. 5º, XIV, CF): 
  4. O direito do cidadão de Santa Cruz do Rio Pardo de saber o destino e o represamento de R$ 1,2 milhão carimbados para a saúde sobrepõe-se a qualquer tentativa de blindagem ou conveniência política.
  5. Do Sigilo da Fonte (Art. 5º, XIV, in fine, CF): 
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