“Estou com minha consciência tranquila” disse Alcolumbre sobre queda de sigilo bancário de Lulinha

“Estou com minha consciência tranquila” disse Alcolumbre sobre queda de sigilo bancário de Lulinha
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta terça-feira (3/3) que está com a “consciência tranquila” depois de rejeitar um recurso de governistas e decidir manter a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, aprovada pela CPMI do INSS.

Em um pronunciamento no plenário do Senado, Alcolumbre afirmou aos colegas que a decisão foi embasada em pareceres de órgãos da Casa.Segundo ele, o Senado precisa “manter as prerrogativas das comissões”.

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“A decisão proferida foi com base na Advocacia do Senado, de servidores concursados do Senado que servem ao Poder Legislativo; na Secretaria-Geral da Mesa; na Polícia Legislativa, que recepcionou todas as imagens veiculadas. Estou com a consciência tranquila de que cumpri com as minhas obrigações com base na Constituição brasileira, nas leis brasileiras e no regimento interno”, declarou.

Alcolumbre frustrou parlamentares aliados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e decidiu manter a deliberação da CPMI do INSS que quebrou sigilos de Lulinha, filho do petista. 

Na decisão, o senador afirmou que os argumentos, apresentados por governistas em um recurso contra as quebras, não foram suficientes para confirmar a 

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“suposta violação das normas regimentais e constitucionais” do colegiado.

Poucos minutos depois de anunciar que a deliberação da CPMI estava mantida, Davi Alcolumbre voltou a se pronunciar no plenário e a defender a medida.

“Nós nunca nos pautamos pelos ataques e pelas ofensas. 

Por isso que, nesse caso concreto e em todos os outros, eu me submeto aos servidores da Casa para ampararem a decisão, que não pode ser só política ou institucional. 

Tem que ser legal”, afirmou  www.jornalsantanoticia.com.br

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