Em depoimento, Bruno Henrique Brandão contou que Evelyn de Souza, de 40 anos, dizia que o carro era somente dela, o que motivou o estresse.
Conforme o boletim de ocorrência, a polícia constatou que o veículo estava no nome da mulher.
Bruno confessou que matou Evelyn, no dia 3 de março.
Ele deu dois socos no rosto da companheira e, depois, a esganou e escondeu o corpo no canavial.
Ainda em depoimento, a polícia informou que ele se mostrou arrependido do crime.
O corpo de Evelyn foi encontrado por um trabalhador três dias depois do crime.
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Em seguida, ele acionou a polícia.
O casal estava junto há dois anos.
Evelyn, que era enfermeira, deixou três filhos, sendo dois gêmeos e uma menina mais nova.
Prisão do caminhoneiro
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Civil foi informada do desaparecimento de Evelyn de Souza. Na segunda-feira (3), Bruno foi encontrado pela polícia em um bar, após uma denúncia anônima de que ele estaria sujo de sangue e com uma arma.
Na abordagem, a polícia não achou a arma e o suspeito foi liberado.
Após o corpo ter sido encontrado, que tinha características semelhantes às de Evelyn, além de uma pulseira e aliança na mão esquerda, a polícia foi até a casa de Bruno.
O caminhoneiro foi localizado dentro da residência, abordado e preso.
Ainda no imóvel, a polícia encontrou vestígios de sangue ao lado da cama do casal.
O corpo de Evelyn foi reconhecido pelo pai no Instituto Médico Legal (IML).
Bruno é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) por feminicídio e ocultação de cadáver. g1
