Eleições 2026: Flávio Bolsonaro falta debate da Band e Lula confirma

 Flávio Bolsonaro foge da Band no 2º turno e repete estratégia que Lula usou no 1º

Cadeira Vazia: Flávio Bolsonaro não vai a debate da Band no 2º turno e repete estratégia de Lula no 1º turno
Cadeira vazia em palco de debate iluminado com microfones de imprensa incluindo canopla vermelha Santa Noticia News, simbolizando ausência de candidatos Flávio Bolsonaro e Lula no debate da Band segundo turno eleições 2026
Segundo turno das Eleições 2026 tem cadeira vazia na Band. Flávio Bolsonaro (PL), com 47,03% no 1º turno, anunciou ausência no debate de 18 de outubro para focar na Globo. Lula (PT), que não foi aos debates do 1º turno, confirmou presença. Entenda a estratégia das campanhas.
Depois de um primeiro turno marcado pela ausência dos líderes nas transmissões televisivas, o segundo turno das Eleições de 2026 mantém o cenário de impasses nos confrontos diretos. O candidato Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que não comparecerá ao debate deste domingo, 18 de outubro, organizado pela Band. 
De acordo com o candidato, a decisão partiu de uma orientação da sua equipe técnica para focar os esforços no último embate da campanha, previsto para a TV Globo. 
Com isso, a emissora confirmou que manterá o programa deixando o púlpito do candidato ausente vazio. [1, 2, 3, 4, 5, 6, 7]
A estratégia repete dinâmicas observadas na primeira etapa do pleito. 
No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também optou por não comparecer aos principais debates televisivos, priorizando agendas de rua e entrevistas a canais aliados, sob a justificativa de evitar palques de ataques coordenados. 
À época, a campanha de Flávio condicionou a sua participação à presença do atual mandatário; como nenhum dos dois compareceu, os encontros bilaterais não aconteceram. [1, 2, 3]
Na reta final da disputa de segundo turno, o cenário inverteu-se. 
Diante dos resultados numéricos do primeiro turno 
— em que Flávio obteve 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula 
—, a candidatura petista reavaliou a estratégia e confirmou prontamente a presença do presidente no estúdio da Band. 
A confirmação de um lado, contudo, foi seguida pelo recuo do adversário. 
Para o eleitorado, o espetáculo repete-se: a participação em debates continua a ser gerida pelas coordenações de campanha primariamente como uma peça de cálculo de risco político, em detrimento do confronto direto de propostas em canais abertos. [1, 2, 3, 4, 5]

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