FARRA HISTÓRICA: Vídeo de Juninho Souza sobre gastos com alimentação expõe prática de varias décadas.

🐟 BACALHAU COM OURO: O banquete de R$ 500 da cúpula de Otacílio em Santa Cruz!

🚨 BOMBA: 🐟 BACALHAU COM OURO: O banquete de R$ 500 da cúpula de Otacílio servido no prato do contribuinte de Santa Cruz!

Homem negro de terno preto e gravata na tribuna da Câmara Municipal de Santa Cruz do Rio Pardo, com o logotipo azul brilhante do Jornal Santa Notícia ao fundo e um carro antigo visível pela janela.

O jornalismo investigativo do Jornal Santa Notícia traz a público o dado mais escandaloso e imoral da administração pública de Santa Cruz do Rio Pardo neste ano. 
Em pronunciamento oficial publicado nas suas redes sociais, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Juninho Souza, revelou o resultado de uma auditoria minuciosa nas ordens de pagamento e notas fiscais da prefeitura. 

Os documentos oficiais provam que, em uma viagem institucional, a alta cúpula do governo do prefeito Dr. Otacílio Parras Assis (PL) gastou mais de R$ 700 em uma única refeição de gabinete, incluindo a bagatela de R$ 500 em um prato de bacalhau em um restaurante de luxo.
O flagrante do "Bacalhau de R$ 500" jogou por terra o discurso de austeridade da gestão e escancarou uma brutal inversão de valores sociais na comarca. 
Enquanto o primeiro escalão e os detentores de "carta branca" política escoam quase o valor de um salário mínimo em banquetes com o imposto do contribuinte, os servidores públicos municipais de carreira enfrentam o congelamento do auxílio-alimentação, que permanece fixado na casa dos R$ 600 
— fazendo com que uma única refeição da cúpula do governo custe mais do que o sustento de um mês inteiro do trabalhador humilde da prefeitura. 
A revelação motivou uma onda de ataques e linchamento virtual coordenado contra o parlamentar negro e de origem popular, numa tentativa vil de assassinar a reputação de quem quebrou o ocultismo contábil que impera nos bastidores do município há mais de uma década.

📢 EDITORIAL: A Crueldade dos "Doutores" e o Silêncio Cúmplice que Choca Santa Cruz do Rio Pardo

A degradação do debate público em Santa Cruz do Rio Pardo alcançou o seu ponto mais sombrio e imoral. 
Não bastasse o linchamento virtual coordenado contra o vereador Juninho Souza 
— um homem negro, de origem humilde, atacado por setores da elite local por utilizar uma diária de viagem perfeitamente legítima e oficial para buscar emendas 
—, a agressão rompeu os limites da legalidade para ingressar na barbárie psicológica. 
Relatos estarrecedores apontam que figuras ligadas ao núcleo familiar do poder, escudadas pelo título de "Doutor", utilizaram de insinuações e ataques de extrema violência moral, mencionando de forma vil supostos abusos íntimos para tentar desestabilizar e humilhar publicamente o parlamentar.
O silêncio cúmplice e a conivência de uma parcela alienada da comunidade diante de tamanha atrocidade verbal revelam a hipocrisia de dois pesos e duas medidas que domina os bastidores da comarca. 
Para a elite dominante, o uso da "caneta bic" para afastar médicos honestos de carreira, o favorecimento com moradias da COHAB e o malabarismo eletrônico no Pregão nº 10/2026 (onde a Ourilab e a JP Consultoria dividem o mesmo CNPJ na Capital) são tratados sob o manto do ocultismo. 
Mas quando um homem do povo, que possui um automóvel remendado pelas suas carências financeiras, ousa enfrentar o sistema, o "Doutor" se acha no direito de usar a tribuna para violar a sua dignidade humana. 
O Jornal Santa Notícia repudia com veemência essa postura covarde. 
O título de doutor não concede o direito de praticar a infâmia, e as dores de um ser humano não são munição para palanques digitais corruptos.

A divulgação de um vídeo contundente nas redes sociais pelo vereador Juninho Souza jogou luz sobre um dos temas mais sensíveis da administração pública de Santa Cruz do Rio Pardo: o volume de dinheiro consumido com despesas de alimentação, recepções e custeio de gabinete pela alta cúpula do governo. 

Uma varredura técnica cruzada realizada pelo Jornal Santa Notícia nas ferramentas de controle do Portal da Transparência municipal e do Tribunal de Contas (TCE-SP) quebrou o discurso oficial da gestão do prefeito Dr. Otacílio Parras Assis (PL). 
Os relatórios de empenhos provam, por meio de documentos públicos, que o volume financeiro consumido por agentes de primeiro escalão da prefeitura com diárias civis, hospedagens e alimentação em viagens oficiais supera os custos da atividade parlamentar de oposição.
Os dados indicam que a utilização de verbas públicas para o custeio de refeições institucionais, diárias e representação de gabinete é uma engrenagem que roda nos bastidores há mais de 10 anos, mas que atingiu níveis alarmantes na atualidade. 
Enquanto um vereador isolado cumpre regras rígidas de prestação de contas fixadas pela mesa legislativa da Câmara Municipal de Santa Cruz do Rio Pardo para buscar emendas parlamentares através da plataforma 1Doc, a cúpula do Executivo 
— incluindo secretários e assessores de primeiro grau 
— opera sob um teto de deslocamentos continuados para agendas na Capital e em Brasília. 
Esse fluxo de gastos com alimentação externa e estadias entra em direto descompasso com a realidade dos servidores de carreira da comarca, cujos auxílios-alimentação permanecem congelados na casa dos R$ 600, face à inflação regional.
A CAIXA-PRETA DAS MORDOMIAS: 
COBRANÇA ESTADUAL: ONDE FOI PARAR A VERBA DA TELEMEDICINA?

Como a lei garante cartões corporativos, diárias e banquetes para o primeiro escalão enquanto o servidor amarga o básico

Enquanto o trabalhador comum e o servidor público de carreira enfrentam regras rígidas e tetos salariais apertados para fechar o mês, a legislação brasileira e os regimentos internos dos três níveis de governo (Federal, Estadual e Municipal) carimbam e blindam um ecossistema de privilégios e verbas acessórias destinadas exclusivamente aos agentes políticos e ao primeiro escalão. 
São os chamados cartões de adiantamento, verbas de representação e ressarcimentos que, amparados pela lei, permitem que o topo da pirâmide política custeie um padrão de vida inacessível ao cidadão comum.
A engenharia contábil que sustenta essas despesas não é um ato de improviso, mas sim uma engrenagem estruturada na própria máquina administrativa:
  • No Âmbito Federal (União): 
  • O uso do Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF), popularmente conhecido como Cartão Corporativo, é regulamentado pelo Decreto nº 3.892/2001 e pela Lei nº 10.180/2001. 
  • Criado originalmente para atender a "despesas extraordinárias e urgentes", o mecanismo permite o custeio de banquetes, recepções diplomáticas, hospedagens de luxo e alimentação de comitivas sem a necessidade de licitação prévia, operando sob sigilo em frentes ligadas à segurança nacional e à governabilidade.
  • No Âmbito Estadual (São Paulo): 
  • O fluxo de caixa para o primeiro escalão e secretários de Estado é amparado pela Lei nº 10.261/1968 (Estatuto dos Funcionários Públicos) e por decretos de adiantamento. Sob a rubrica de "Diárias de Viagem e Verbas de Representação", agentes políticos recebem valores vultuosos para cobrir despesas de alimentação e estadias fora de suas comarcas, cujos tetos de ressarcimento superam de longe os auxílios concedidos aos técnicos de campo das secretarias.
  • No Âmbito Municipal (Santa Cruz do Rio Pardo): 
  • Na esfera local, o mecanismo opera por meio das Verbas de Custeio de Gabinete e Diárias Civis Institucionais, regulamentadas pela Lei Orgânica do Município e por resoluções da Câmara Municipal. 
  • É essa engrenagem municipal que permite a secretários, assessores de primeiro grau e prefeitos o empenho de notas fiscais de alimentação e transporte em agendas oficiais. Enquanto o vale-alimentação do servidor de carreira enfrenta o congelamento político, a caneta da gestão garante a cobertura integral das despesas da alta governança.
O rastro documental dessas mordomias institucionalizadas é o que mantém a lupa dos auditores fiscais ligada em 220v. 
O Jornal Santa Notícia traz à tona essa estrutura legal para provar que a "farra dos gastos" denunciada pela população não é uma falha isolada, mas sim um modelo de privilégios chancelado pelas próprias leis que os políticos criam para si mesmos.

📰 A Covardia das Redes e a Hipocrisia dos Dois Pesos

🐟 BACALHAU COM OURO: O banquete de R$ 500 da cúpula de Otacílio servido no prato do contribuinte de Santa Cruz!

📢 OPINIÃO: O Linchamento Vil de um Homem Negro que Subiu na Vida incomoda o Ocultismo Político de Santa Cruz

A onda de ataques violentos e ofensas desferidas nas redes sociais nos últimos dias contra o vereador Juninho Souza ultrapassou os limites do debate político e ingressou no terreno da mais pura covardia humana e do preconceito social. 
Perfis e páginas locais articulam uma agressão coordenada contra um homem negro, de origem humilde, que galgou seu espaço na comunidade à custa do próprio trabalho e que hoje enfrenta a realidade de possuir um automóvel remendado pelas suas próprias carências financeiras. 
Tentar transformar a utilização de uma diária de viagem legítima, oficial e carimbada pelo Poder Legislativo em um "escândalo" é um manifesto de fachada operado por setores que tentam assassinar a reputação de quem luta pela população.

A hipocrisia que domina essas agressões virtuais adota a política dos dois pesos e duas medidas. 
Os mesmos munícipes que se prestam ao papel vil de linchar um parlamentar por uma despesa de viagem legal de direito fecham os olhos para o verdadeiro escoamento de receitas públicas que roda na alta governança há mais de 10 anos. 
O primeiro escalão da prefeitura, blindado pela "caneta bic" da gestão e por superpoderes concedidos a indicações políticas, consome cifras vultuosas em diárias civis, hospedagens e alimentação em hotéis de luxo na Capital e em Brasília. 
Atacar a subsistência de um parlamentar humilde enquanto o primeiro escalão goza de privilégios habitacionais na COHAB e contratos suspeitos de R$ 1,89 milhão na BLL Compras (onde a Ourilab e a JP Consultoria dividem o mesmo CNPJ na Capital) prova que o incômodo das redes não é com o dinheiro público, mas sim com a audácia de um homem do povo que ousou quebrar o silêncio e o ocultismo dos bastidores de Santa Cruz do Rio Pardo. 
O Jornal Santa Notícia repudia o linchamento moral e reafirma que a dignidade humana não está à venda em palanques digitais.

O Contraponto em Vídeo: O Grito do Presidente da Câmara contra o Sistema

Em vídeo publicado no seu perfil (disponível no Reel do Facebook), o vereador e presidente da Câmara Municipal, Juninho Souza, rebateu as acusações e trouxe documentos para confrontar os dois pesos e duas medidas da política local. 
O parlamentar, que possui uma trajetória de superação vinda da base popular como coletor de lixo, defendeu a legitimidade das suas diárias institucionais voltadas à busca de emendas parlamentares e acionou o ventilador contra os gastos da prefeitura.
 O Contraponto em Vídeo: 
🔵 Prova Material Oficial

ASSISTAM AO VÍDEO DO PRONUNCIAMENTO NO FACEBOOK

O presidente da Câmara Municipal, Juninho Souza, quebrou o silêncio e trouxe documentos públicos para rebater os ataques coordenados e expor a realidade dos gastos de gabinete.


O Grito do Presidente da Câmara contra o Sistema A resposta do Poder Legislativo contra o linchamento moral coordenado nas plataformas digitais ganhou contornos oficiais. Em vídeo publicado no seu perfil (disponível no [Reel do Facebook](https://www.facebook.com/reel/4548733732055291)), o vereador e presidente da Câmara Municipal, Juninho Souza, rebateu as acusações e trouxe documentos para confrontar os dois pesos e duas medidas da política local. 
O parlamentar, que possui uma trajetória de superação vinda da base popular como coletor de lixo, defendeu a legitimidade das suas diárias institucionais voltadas à busca de emendas parlamentares e acionou o ventilador contra os gastos da prefeitura.  
 As imagens do pronunciamento servem como a prova material que calça este Dossiê do Jornal Santa Notícia. No vídeo, o presidente da Casa de Leis questiona nominalmente o fluxo financeiro consumido pelo prefeito Dr. Otacílio Parras Assis (PL) e pelo seu primeiro escalão de secretários em agendas externas na Capital. 
A exposição pública do material audiovisual quebra a narrativa de austeridade da gestão e comprova que a pressa das redes sociais em atacar um parlamentar humilde serve, na verdade, para manter as despesas vultuosas do Executivo trancadas longe dos olhos do contribuinte. 
A exposição pública do material audiovisual quebra a narrativa de austeridade da gestão e comprova que a pressa das redes sociais em atacar um parlamentar humilde serve, na verdade, para manter as despesas vultuosas do Executivo trancadas longe dos olhos do contribuinte. 

COBRANÇA ESTADUAL: ONDE FOI PARAR A VERBA DA TELEMEDICINA?

Um Mecanismo Sistêmico de Uma Década

O erro de avaliação da opinião pública é acreditar que o uso dessas verbas de representação se limita ao Poder Executivo. 
Os registros históricos do Portal da Transparência municipal apontam que o procedimento de empenhar valores expressivos para despesas de alimentação e suporte logístico é uma prática compartilhada. 
Ao longo das últimas uma década, o uso de adiantamentos e notas fiscais de restaurantes e fornecedores de buffet também esteve presente em frentes do Poder Legislativo e em consórcios regionais, como o CIVAP.
As consultas realizadas nos balancetes consolidados indicam que os relatórios de fiscalização financeira de mandatos anteriores 
— incluindo os períodos de transição política e a gestão do ex-pupilo Diego Singolani 
— acumulam alertas contábeis emitidos pelos auditores devido ao descompasso entre o aperto do orçamento e o fluxo de gastos acessórios da governança. 
Recentemente, os servidores de carreira protestaram contra o valor defasado do vale-alimentação, enquanto cidades vizinhas já romperam a barreira dos R$ 1.000.

A Lupa da Capital sobre o Fluxo das Contas

A recorrência dessas manobras contábeis e a falta de prioridade nos investimentos estruturais são o pano de fundo que justifica o avanço das investigações de alta complexidade. 
A farra dos gastos com alimentação trazida à tona pelo vereador Juninho Souza é mais um capítulo de um modelo administrativo que opta pelo ocultismo fiscal em detrimento do controle social. 
O Jornal Santa Notícia mantém os seus canais abertos para que a assessoria de comunicação da prefeitura e os auxiliares citados apresentem as notas fiscais e as justificativas técnicas para o emprego dessas verbas vultuosas. 
O povo de Santa Cruz do Rio Pardo, que amarga o desmonte da saúde e filas nos postos, exige o fim do teatro político e a aplicação correta de cada centavo do imposto arrecadado.

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⚡ NOTAS DE RESPALDO E BLINDAGEM JURÍDICA DO PORTAL
  1. Livre Manifestação do Pensamento e Opinião (Art. 5º, IV e IX da CF/88): Este artigo constitui uma peça estritamente editorial e de opinião política, resguardada pela Constituição Federal, que garante a liberdade de expressão e a atividade de imprensa independente sem censura prévia.
  2. Proteção à Crítica contra Agentes Públicos (ADPF 130 do STF): O Supremo Tribunal Federal consolidou o entendimento de que agentes políticos e pessoas públicas estão sujeitos ao escrutínio severo e à crítica contundente da sociedade e da imprensa, sendo o debate de ideias pilar fundamental da democracia.
  1. Estrita Verdade Documental: Este artigo baseia-se nos relatórios de empenhos, liquidações e ordens de pagamentos de diárias civis e verbas de adiantamento extraídos do banco de dados consolidado do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) e dos canais de transparência pública eletrônica da comarca.
  2. Direito à Crítica e Fiscalização (Art. 37 da CF/88): A publicidade dos atos de gastos com custeio e representação de agentes políticos é garantia constitucional, sendo dever da imprensa livre expor as distorções orçamentárias ao escrutínio do contribuinte.
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    • Fontes de Dados Consultadas: Atas regimentais da Câmara Municipal, demonstrativos de despesas do Portal da Transparência do Município e balancetes históricos de prestação de contas auditados pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).
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1. Liberdade Plena de Imprensa e Crítica Política (ADPF 130 do STF): Nos termos estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 130, o exercício do jornalismo independente e a manifestação de crônicas de cunho político ou opinativo são plenamente resguardados contra qualquer modalidade de censura prévia. Agentes políticos e ocupantes de cargos no primeiro escalão administrativo estão sujeitos ao escrutínio público e à crítica contundente da sociedade civil sobre a destinação e a moralidade dos gastos orçamentários.

2. Imunidade e Publicidade de Pronunciamentos Parlamentares (Art. 29, VIII da CF/88): O teor jornalístico desta cobertura baseia-se estritamente em pronunciamentos oficiais, relatórios documentados e manifestações em redes de utilidade pública proferidos por membros eleitos do Poder Legislativo no estrito cumprimento de seus mandatos fiscalizatórios. A reprodução pública de tais denúncias constitui regular exercício do direito à informação e do dever de transparência que rege a Administração Pública (Art. 37, caput, da Constituição Federal).

3. Estrita Verdade Factual e Rastro de Controle Social: A apuração e os cruzamentos analíticos promovidos pela equipe de investigação assentam-se em dados objetivos de acesso público, extraídos de ordens de pagamento, notas de empenho e demonstrativos contábeis vinculados ao Portal da Transparência municipal e às ferramentas de fiscalização orçamentária do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

*Nota de Isenção: O Jornal Santa Notícia atua sob os pilares da soberania informativa e da isenção comercial. Este veículo não possui interesses corporativos, contratos ocultos de publicidade ou parcerias privadas com os estabelecimentos comerciais ou restaurantes mencionados em caráter de citação documental, prevalecendo unicamente o direito do cidadão e do contribuinte à informação transparente do erário municipal.*

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