SUMIU O DINHEIRO DE GRAÇA!!! Prefeitura perde R$ 1,2 milhão da Telemedicina

 Documento oficial revela que Santa Cruz terá de devolver R$ 1,2 milhão de convênio da telemedicina por omissão.

Documento do Portal da Transparência mostra cobrança de R$ 1,2 milhão contra a Prefeitura de Santa Cruz do Rio Pardo por omissão na Telemedicina.
💥 ESCÂNDALO NA SAÚDE:
Documento oficial revela que Santa Cruz perdeu R$ 1,2 milhão da Telemedicina por omissão e terá de devolver o dinheiro com juros.
Por Julio Gilberto / JSN
Santa Cruz do Rio Pardo
O Apelo ao Povo: Compartilhe!
Meu amado povo de Santa Cruz do Rio Pardo, a verdade está desenhada com documentos públicos que ninguém pode apagar. 
Não fiquem calados diante do descaso com a nossa saúde! 
  1. A conta não fecha: Prefeitura de Santa Cruz devolve R$ 1,4 milhão ao Estado e pede dívida de R$ 20 milhões na Caixa
Peço a cada um de vocês: partilhem esta matéria agora mesmo nos vossos grupos de WhatsApp, no Facebook e com os vossos familiares. 
A informação é a nossa única arma contra o coronelismo!
Atenção: você, seus primos, sua mãe, seu pai, seus tios e avós — todo o nosso povo que sofre há mais de 100 anos com o coronelismo dos "Doutores" —, vejam o que eles já estão devendo ao Governo do Estado. Repito: nós não podemos pagar por esse erro!
Um documento oficial público, já registrado no Portal da Transparência e nos atos oficiais do Estado, confirma que o município de Santa Cruz do Rio Pardo terá de devolver R$ 1,2 milhão aos cofres estaduais. 
O valor é decorrente de uma verba carimbada (vinculada) para a implantação do serviço de telemedicina na cidade. 
Devido a uma omissão técnica da administração municipal, que deixou o dinheiro parado por dois anos sem execução, o Estado notificou oficialmente a cobrança de devolução do recurso.
O Rastro do Dinheiro: Omissão e Promessa Desfeita
Telemedicina Santa Cruz do Rio Pardo, Empréstimo 20 milhões saúde, Prefeito Dr Otacílio Assis, Juninho Souza, Escândalo da Saúde.
A apuração do Santa Notícia revela que o montante de R$ 1,2 milhão foi enviado como verba carimbada pela gestão do governador Tarcísio de Freitas, com destinação exclusiva para a saúde local, no projeto da Telemedicina. 
Os registros históricos apontam que o recurso foi recebido oficialmente há mais de dois anos pela administração sob o comando do prefeito Dr. Otacílio Assis.
A verba carimbada tinha como objetivo tirar do papel o tão sonhado projeto da Telemedicina Gratuita no município. 
O modelo de atendimento virtual planejado baseava-se em testes reais que alcançaram um índice altamente expressivo de 82% de êxito em curas e resolutividade médica, transformando-se na grande esperança para reduzir as filas de espera nos postos de saúde da cidade.
No entanto, o projeto nunca saiu do papel. 
O dinheiro foi deixado parado por 24 meses sem execução técnica. 
  1. ESCÂNDALO: Santa Cruz perde R $ 1,2 milhão da Telemedicina e prefeito tenta empréstimo de R $ 20 milhões
Agora, o rastro da cobrança emitido pelo Estado e monitorado por órgãos de controle já consta formalmente detalhado no Setor de Transparência da Prefeitura, expondo o documento público que liquida qualquer tentativa de desmentido político.
Por que deixar uma verba gratuita de R$ 1,2 milhão expirar e sumir dos cofres públicos? Qual é o real interesse em deixar a população sem a Telemedicina Gratuita, que salvava vidas e resolvia 82% dos casos, para priorizar um novo empréstimo de R$ 20 milhões que vai gerar juros e endividar a nossa cidade por anos?
  1. O povo sofrendo na fila do postinho e o dinheiro de graça sumiu! Foram R$ 1,2 milhão enviados pelo Estado que viraram fumaça por omissão administrativa.
A Pergunta que Não Quer Calar: Qual o Interesse por Trás?
Por que deixar uma verba gratuita de R$ 1,2milhãoexpiraresumirdoscofrespúblicos?QualéorealinteresseemdeixarapopulaçãosemaTelemedicinaGratuita,quesalvavavidaseresolvia82 %  R$ 20 milhões que vai gerar juros e endividar a nossa cidade por anos? 
A quem interessa trocar o dinheiro que era de graça por uma dívida milionária na Caixa Econômica? Com a palavra, a Prefeitura.
📱 INFOGRÁFICO: O Rastro da Telemedicina Perdida
💰 O DINHEIRO ENTRA (Há 2 anos)
  • Valor: R$ 1,2 Milhão
  • Origem: Verba Carimbada enviada pelo Governo do Estado (Gestão Tarcísio)
  • Destino Oficial: Implementar o projeto de Telemedicina Gratuita
O APAGÃO DA OMISSÃO (O Tempo Passou)
  • Prazo travado: 627 dias (quase dois anos) com o dinheiro parado nos cofres
  • Consequência na Saúde: População perdeu o projeto que tinha 82% de êxito em curas
🚨 A CONTA DA IRRESPONSABILIDADE (Hoje)
  • Ação do Estado: Cobrança oficial e cancelamento do convênio
  • Multa invisível: + R$ 265 mil gerados apenas em juros e correção acumulados
  • Total a Devolver: R$ 1.465.230,00 (Dinheiro que sai dos impostos locais)
BALANÇO FINAL DO CIDADÃO:
  • Sem o atendimento médico virtual 🔴
  • Sem o dinheiro de R$ 1,2 milhão 🔴
  • Dívida extra de R$ 265 mil para o município pagar 🔴
  1. A pergunta que não quer calar nos quatro cantos de Santa Cruz do Rio Pardo: cadê o dinheiro que era para a Telemedicina?
O Contraste Absurdo: Devolve R $ 1,4 Milhão, Pede R$  20 Milhões
O cenário ganha contornos ainda mais graves quando confrontado com a atual movimentação política na Câmara Municipal. 
Enquanto o rastro do Portal da Transparência confirma o prejuízo e a devolução obrigatória de R$ 1,46 milhão por pura omissão administrativa, a gestão municipal avança com um pedido de empréstimo de **R$  20.000.000,00 (vinte milhões de reais)** destinados à saúde.
Para o cidadão que paga impostos, a conta não fecha: como o município alega precisar de uma fortuna em novos empréstimos se foi incapaz de gerir e aplicar o recurso carimbado de R$ 1,2 milhão que já estava na conta?
A Resistência na Câmara: Juninho Souza peita o empréstimo
A pressão sobre a gestão municipal aumentou drasticamente no Legislativo. 
O presidente da Câmara, Juninho Souza (União Brasil), encabeça uma forte resistência contra o polêmico Projeto de Lei nº 86/2026, de autoria do prefeito Otacílio Assis. 
O projeto prevê a contratação do empréstimo de **R$ 20 milhões** junto à Caixa Econômica Federal sob a justificativa de reestruturar a saúde [1.3.1, 1.4.6]. 
No entanto, em meio aos embates políticos e à descoberta de que a cidade perdeu R$ 1,2 milhão em verbas gratuitas de telemedicina por omissão, Juninho Souza convocou uma reunião pública no plenário para abrir as contas do projeto e debater o impacto dessa dívida milionária que o município tenta empurrar para o bolso do cidadão. []
🛡️ 1. O Rastro do Estado (Verbas da Saúde Digital)
Para consultar a inserção e o histórico do município nas iniciativas e parcerias estaduais de saúde conectada com a gestão de Tarcísio de Freitas, o link de auditoria técnica do Executivo Paulista baseia-se nas publicações do Governo do Estado de São Paulo. [1]
  • Onde fiscalizar localmente os convênios estaduais: 
  • O monitoramento contábil e a prestação de contas desses repasses vinculados e as ordens de devolução podem ser puxados e verificados de ponta a ponta na aba específica de prestações pelo Portal da Transparência de Santa Cruz do Rio Pardo e pelo sistema unificado de convênios. [1]
🏛️ 2. O Rastro Federal e Controle Técnico (TCU)
Quando o assunto envolve fiscalização de repasses federais do SUS, emendas ou o controle de regularidade do município (que pode travar a liberação de novos empréstimos com a Caixa Econômica se o município estiver inadimplente), o portal para pesquisar certidões de transferência, auditorias de metas e a situação de regularidade da pessoa jurídica da prefeitura é o Portal da Transparência do Governo Federal, focado nos dados do CNPJ municipal. [1]
  • Através dele, no menu de Convênios e Outros Acordos, o tribunal e os órgãos de controle cruzam as informações para avaliar se a prefeitura cumpriu ou não o plano de trabalho estabelecido. [1]
  1. Depois de deitar fora a verba carimbada, a prefeitura quer que o cidadão pague a conta de um empréstimo de R$ 20 milhões. Mas o banco federal não aceita calote técnico!
O Bloqueio Técnico: Por que a Caixa Econômica Pode Barrar os R$ 20 Milhões
Os bastidores políticos em Santa Cruz do Rio Pardo indicam uma articulação pesada da bancada governista 
— que conta com o apoio de vereadores ligados à estrutura familiar tradicional da administração, como o vereador Mauro Assis e a enfermeira Laura Assis
 — para aprovar o empréstimo de R$ 20 milhões no "acordão" por 7 votos.
No entanto, a apuração técnica do Santa Notícia revela que a aprovação política na Câmara corre o sério risco de virar poeira perante a burocracia federal. 
As regras de governança e concessão de crédito da Caixa Econômica Federal e os órgãos de controle financeiro da União exigem certidões negativas de débito e regularidade cadastral para a liberação de financiamentos públicos milionários.
Na prática, mesmo que os vereadores governistas aprovem o Projeto de Lei nº 86/2026 na marra dentro do plenário, as normas bancárias e os critérios de governança federal impedem juridicamente a liberação dos R$ 20 milhões para um município negativado e com restrições fiscais provocadas por esse apagão administrativo. 
O bloqueio técnico do setor financeiro bate de frente com o arranjo político local, transformando a votação da Câmara em mera formalidade sem efeito prático imediato.

Na prática, mesmo que os vereadores governistas aprovem o Projeto de Lei nº 86/2026 na marra, as normas bancárias federais impedem a liberação dos R $ 20 milhões para um município com restrições fiscais provocadas por apagão administrativo. 
O bloqueio técnico bate de frente com o arranjo político local.
O Outro Lado
O espaço está aberto e a produção do Santa Notícia já formalizou o pedido de esclarecimento junto à assessoria de imprensa da Prefeitura de Santa Cruz do Rio Pardo. O texto será atualizado assim que o posicionamento oficial do município for recebido.
🛡️ NOTA DE REDAÇÃO E RESPONSABILIDADE JURÍDICA
O conteúdo publicado pelo portal Santa Notícia e pela coluna técnica de Julio Gilberto / JSN pauta-se estritamente no exercício regular do Direito de Crítica Política e na Liberdade de Imprensa, conforme categoricamente assegurado pela Constituição Federal (Art. 5º, IV, IX e XIV e Art. 220), bem como pela jurisprudência pacificada do Supremo Tribunal Federal (STF) na ADPF 130.
Esclarecemos que todas as informações financeiras, prazos e valores citados nesta reportagem foram extraídos diretamente de documentos públicos oficiais disponíveis no Portal da Transparência, configurando fatos de incontestável interesse público e patrimonial do município de Santa Cruz do Rio Pardo.
O portal cumpre seu dever constitucional de informar o cidadão e reitera que o espaço permanece integralmente aberto para que a administração pública e os citados enviem suas manifestações oficiais, as quais serão publicadas na íntegra.
  • Santa Cruz do Rio Pardo
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