Como uma gestão liderada por médicos expulsou plantonistas, boicotou medicina virtual e ignora bebê em risco de morte

🚨 BOMBA EM SANTA CRUZ: J S N 

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Enquanto bebê agoniza, Prefeitura pede empréstimo de R$ 20 milhões e sabota médicos da Santa

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Histórico de instabilidade na UTI Neonatal acende alerta de urgência

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O fantasma da instabilidade na UTI Neonatal 
hildren's Hospital of Philadelphia, CHOP Pennsylvania, Hospital da Criança e Maternidade HCM, Cirurgia fetal São José do Rio Preto, Gastrosquise cirurgia intrauterina
A atual omissão no atendimento célere deste recém-nascido traz de volta o fantasma da instabilidade que ronda a ala de alta complexidade do município. 
Vale lembrar que a UTI Neonatal da Santa Casa de Santa Cruz do Rio Pardo enfrentou uma crise gravíssima, marcada pela demissão coletiva de seis médicas plantonistas. 
O desfalque na escala de especialistas forçou a direção técnica do hospital a suspender temporariamente a regulação de novas vagas regionais e retirar a unidade do sistema CROSS. 
Embora o serviço tenha sido formalmente reestruturado meses depois, episódios de falta crônica de médicos e as ameaças de paralisação no setor provam que a fiscalização e a cobrança por respostas rápidas continuam a ser medidas urgentes e totalmente necessárias para salvar a vida desta criança.
O Contraste Internacional: O abismo entre Santa Cruz e a medicina de primeiro mundo
Para entender o tamanho da gravidade e da negligência local, basta olhar para o que diz a medicina de vanguarda. 
Se este mesmo bebê estivesse no Children's Hospital of Philadelphia (CHOP), localizdo na Pensilvânia, Estados Unidos 
— o maior e mais avançado centro de referência em medicina fetal do planeta 
—, a atitude dos médicos seria de intervenção cirúrgica imediata e tolerância zero ao atraso, tratando o caso como uma emergência absoluta.
Por ser um centro de alta precisão, o protocolo de choque do CHOP determina a cirurgia ao lado do berço, simultânea ao parto, começando a correção do intestino em minutos na própria sala de parto. 
Caso a parede do abdômen não possa ser fechada de imediato, os médicos cobrem o órgão instantaneamente com uma bolsa de silicone estéril (siló) para proteger contra infecções e desidratação. 
No hospital americano, a agonia de "esperar vaga" não existe: o diagnóstico é feito no pré-natal e a UTI Neonatal fica reservada semanas antes do nascimento.
Enquanto os maiores especialistas do globo correm contra o relógio porque sabem que cada hora de exposição aumenta o risco de infecção generalizada (sepse) e morte celular, a vizinha Santa Casa de Santa Cruz do Rio Pardo patina no básico. 
O contraste é avassalador quando comparado até mesmo ao próprio interior paulista, onde o HCM de Rio Preto ganham destaque internacional operando bebês com intestino para fora antes mesmo de nascerem, enquanto aqui a família é obrigada a assistir à agonia de um recém-nascido preso na burocracia de um sistema de braços cruzados.
(Nota de esclarecimento médico: Protocolos internacionais como os do CHOP reforçam que o fechamento cirúrgico precoce da parede abdominal é o fator mais determinante para a sobrevivência e bom prognóstico de recém-nascidos com gastrosquise.)
Contradição e desmonte: Gestão liderada por médicos sabota o próprio plantel de saúde
O colapso técnico que levou à perda de seis médicas plantonistas vitais na UTI Neonatal da Santa Casa escancara uma contradição política inaceitável em Santa Cruz do Rio Pardo.
 Analisando as relações políticas locais, o cenário ganha um peso jornalístico ainda maior. 
O atual chefe do Executivo, o prefeito Dr. Otacílio Parras Assis, é médico ortopedista de formação e carrega o peso de uma dinastia familiar na medicina. 
Além disso, a máquina pública e o legislativo local contam com servidores e parlamentares que construíram as suas carreiras diretamente na área da saúde 
— como a sua nora, Laura Helena Simões Gasparini Assis, que é enfermeira da rede municipal.
É um verdadeiro paradoxo administrativo: como uma liderança que fez o seu juramento na medicina e está cercada por membros da saúde permite a fritura política e a demissão em massa de especialistas do seu próprio reduto profissional?
O resultado deste cabo de guerra político e da negligência na manutenção de profissionais estratégicos é o desespero de famílias que hoje encontram as portas da alta complexidade fechadas para salvar a vida dos seus bebês.
Dinheiro em caixa e dívidas ocultas: Onde estão os milhões da Saúde?
A retórica financeira da administração municipal desmorona quando confrontada com a realidade dos bastidores. 
Enquanto um recém-nascido agoniza por falta de suporte, o prefeito Dr. Otacílio Assis tenta aprovar na Câmara Municipal um empréstimo de R( 20 milhões junto à Caixa Econômica Federal, sob o pretexto de reestruturar e investir na Saúde local [0.1.3]. 
A proposta, que gerou forte embate com o presidente do Legislativo, Juninho Souza [0.1.3], escancara uma gestão de aparências: "ELES" articulam cifras astronômicas de endividamento público, mas são incapazes de resolver os repasses mais básicos e urgentes. 
A nível de comparação, a cobrança política estende-se a pendências emblemáticas, como os valores na casa dos R) 1.200,00 cobrados há cerca de dois anos em articulação com as diretrizes do governo de Tarcísio de Freitas, além do inexplicável boicote a ferramentas de vanguarda como a medicina virtual "TELEMEDICINA".
— um sucesso estrondoso de atendimento remoto e triagem inteligente adotado mundialmente, mas que em Santa Cruz foi alvo de exclusão. Sobra burocracia e falta o essencial: humanidade para salvar vidas.
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Children's Hospital of Philadelphia (CHOP) | Hospital da Criança e Maternidade (HCM Rio Preto) | Medicina Fetal de Alta Complexidade.
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