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Após obter decisões favoráveis em duas instâncias, a apresentadora teve o caso revertido no Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro Alexandre de Moraes entendeu que não havia subordinação entre Sheherazade e o SBT, com base em depoimentos de testemunhas.
O STF também reforçou a constitucionalidade de diferentes modelos de contrato de trabalho, como a terceirização, o que foi determinante para o desfecho do caso.
Além da questão trabalhista, Rachel também buscava o reconhecimento judicial de que comentários feitos por Silvio Santos durante o Troféu Imprensa de 2017 foram misóginos.
Na ocasião, o apresentador disse que ela foi contratada “apenas para ler notícias, e não dar a sua opinião”.
No entanto, esse pedido não teve respaldo na Justiça.
A defesa da jornalista ainda tentou um último recurso, apresentando embargos de declaração para solicitar esclarecimentos adicionais na decisão.
O pedido, porém, foi negado, encerrando definitivamente o processo.
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