Ingrid Guimarães relata ameaça em voo da American Airlines: ‘Ação abusiva'

 Atriz viajava de Nova York para o Rio de Janeiro e disse ter sido coagida a mudar de assento pela tripulação de voo da empresa American Airlines


A atriz Ingrid Guimarães fez uma série de publicações nas redes sociais nesse domingo (9/3) acusando a companhia aérea American Airlines de ser abusiva. 

De acordo com a protagonista de “De pernas pro ar”, ela viajava de Nova York, nos Estados Unidos, para o Rio de Janeiro, no voo 973, na classe Premium Economy, quando foi coagida por agentes de bordo a trocar de lugar. 
"Eu vivi uma situação absurda num voo da @AmericanAir vindo de Nova York ontem! 
Digamos uma situação abusiva mesmo", começou a atriz. “Comprei uma passagem na Premium Economy e quando já estava sentada com o cinto colocado um funcionário me comunicou que eu teria que sair do meu lugar e ir pra classe econômica pq tinha quebrado uma cadeira na (classe) executiva e a pessoa ia pegar meu lugar. 
Tipo é uma regra, sai do seu lugar que você pagou”, disse. 
Ingrid disse que não iria deixar a cadeira, porque não conhecia aquela regra.
 “Eles começaram a me coagir dizendo que eu nunca mais viajaria de American Air.
 Eu disse: ‘tudo bem’. 
Aí foram aparecendo três pessoas, todas me ameaçando e dizendo que o voo não ia sair, que todo mundo ia ter que descer do voo por minha causa.
 Em nenhum momento perguntaram minha opinião nem me explicaram, apenas exigiram que eu levantasse com ameaças”, destacou.
Guimarães disse que uma outra funcionária chegou, gritando que todos os passageiros teriam que descer do avião por causa de uma passageira. 
“Não satisfeita, ela anunciou no microfone num vôo cheio de brasileiros que todo mundo ia ter que descer por causa de uma passageira. 
Uma delas foi lá e ainda apontou quem eu era. 
Ou seja, eles colocaram um voo contra mim sem explicar em nenhum momento para os passageiros a situação”, acrescentou.
A atriz destacou que a irmã e o cunhado tentaram ajudar, mas sem sucesso. 
Segundo Ingrid, havia um comissário de bordo brasileiro, que recusou ajudá-la.
 “Eu fiquei constrangida porque alguns brasileiros que não sabiam da situação começaram a gritar comigo. 
E é claro que diante de um constrangimento público eu fui pra classe econômica. Coação, abuso moral, desrespeito e ameaças”, destacou. 
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