Desde o início de seu novo mandato, Donald Trump tem endurecido as políticas migratórias.
Nos primeiros dias, ordenou deportações em massa de imigrantes ilegais da Venezuela e do Brasil e agora busca restringir a cidadania por nascimento, medida que impediria bebês nascidos nos EUA de pais sem status legal de obterem cidadania automaticamente.
A nova proposta segue o mesmo caminho de suas políticas adotadas em 2017, quando Trump impôs uma restrição de viagens a países de maioria muçulmana, conhecida como “travel ban”, que enfrentou fortes reações e batalhas judiciais.
Agora, o governo norte-americano enfrenta desafios legais novamente.
Na última quinta-feira (13), o Departamento de Justiça dos EUA pediu à Suprema Corte que limitasse decisões judiciais contrárias à política migratória nos estados de Washington, Massachusetts e Maryland
Críticos da medida alegam que a nova proibição pode ser discriminatória e prejudicar as relações diplomáticas com diversos países, além de afetar estudantes internacionais, trabalhadores estrangeiros e turistas.
Apoiadores da política migratória de Trump argumentam que a restrição fortalece a segurança nacional e combate fraudes migratórias.
Se for aprovada, a medida pode gerar embates jurídicos e diplomáticos, além de causar impactos econômicos nos setores de turismo e comércio internacional.
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