🚨 BOMBA EM BRASÍLIA: Dono do Banco Master acusa PT e cúpula do Governo de propina bilionária
Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira, afirma ter destinado R$ 30 milhões em dinheiro vivo para financiar documentário sobre Lula em troca de acesso a fundos de pensão estatais.
- Caso Master: Ex-banqueiro acusa cúpula do governo e PT de propina bilionária

Foto: Reprodução / Parceria Exclusiva Jornal Santa Notícia e Revista VEJA.
🎥 Conteúdo Exclusivo — Parceria Jornal Santa Notícia e VEJA
Assista abaixo aos detalhes dos bastidores desta investigação bombástica revelada na edição desta sexta-feira.
🚨Brasil 🇧🇷: “Vorcaro conta que liberou dinheiro para filme sobre Lula por negócios no governo Em áudio e documentos obtidos por VEJA, ex-banqueiro afirma ter pago os recursos em esquema com ex-tesoureiro do PT e o ministro Alexandre Padilha” diz matéria da revista “veja” ://abril.com.br/politica/vorca…
— Ivan Kleber (@lordivan22) October 9, 2026
Financiamento por fora e o Instituto Lula
De acordo com o relato feito pelo banqueiro durante as tratativas de uma delação premiada, foram repassados R$ 30 milhões em dinheiro vivo, de forma extraoficial, com um destino carimbado: bancar a produção de um documentário biográfico sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e inflar o caixa do Instituto Lula. A costura operacional do montante milionário teria sido operada diretamente por João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT).
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A mira nos Fundos de Pensão das Estatais
O objetivo central do pagamento oculto era garantir que o Banco Master ganhasse trânsito livre e autorização política para captar recursos vultosos nos cofres dos maiores fundos de pensão de empresas estatais controladas pela máquina federal, incluindo a Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Postalis (Correios).
A contrapartida exigida pelo esquema previa uma taxa de pedágio de 10% sobre o total de recursos captados pela instituição de Vorcaro. Cálculos internos apontam que, caso o portfólio completo de investimentos planejados tivesse avançado sem percalços, o volume de propinas distribuído na mesa poderia atingir a cifra de R$ 1 bilhão.
Ministro Alexandre Padilha é citado em mensagens da PF
A munição trazida à tona não ficou restrita aos bastidores partidários. Mensagens de texto interceptadas pela Polícia Federal expõem reuniões frequentes e até um jantar reservado entre Daniel Vorcaro e integrantes da cúpula do governo, incluindo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e seu então secretário-executivo, Olavo Noleto.
O banqueiro sustenta em suas declarações que o arranjo teria rendido ao menos R$ 6 milhões em vantagens ilícitas a Padilha e seus interlocutores de confiança. Os repasses teriam ocorrido por meio de negociações paralelas envolvendo fundos de previdência de administrações municipais.
Por que a delação foi recusada pela PGR?
Apesar do teor explosivo das acusações, a proposta de colaboração premiada apresentada pela defesa do empresário acabou rejeitada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
A cúpula do Ministério Público Federal e os investigadores da Polícia Federal concluíram que o material apresentado carecia de elementos de corroboração física e documental robusta, configurando-se essencialmente como relatos baseados em depoimentos de terceiros ("ouvir dizer"). A manobra foi interpretada pelas autoridades mais como um artifício político de pressão de bastidores para fragilizar o governo do que uma cooperação jurídica efetiva.
🛡️ TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL E SALVAGUARDA JURÍDICA
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