🚨 BOMBA POLÍTICA EM SANTA CRUZ! O ápice da baixeza moral no Legislativo!
Artigo de opinião/editorial.
Após falas de teor degradante proferidas por médico e parlamentar governista, pai do presidente da Câmara exige respeito no plenário; Comissão Processante é instaurada por "7 votos a 5".
O cenário político de Santa Cruz do Rio Pardo registrou um de seus episódios mais lamentáveis e cruéis dos últimos 70 anos da Casa das Leis.
Na sessão da última segunda-feira, 3 de agosto de 2026, o plenário da Câmara Municipal aprovou, por 7 votos a 5, a abertura de uma Comissão Processante por quebra de decoro contra o vereador e vice-presidente da Casa, Mauro Assis.
O caso não se trata de um fato isolado.
É o ápice de uma série de tentativas brutais registradas no passado para desestabilizar, abalar e machucar psicologicamente o vereador Juninho Souza, conhecido pela fiscalização firme das contas e serviços municipais.
Desta vez, contudo, a linha da decência humana foi completamente ultrapassada.
O vereador Mauro Assis
— que acumula o prestígio da profissão de médico e o peso político de ser filho do atual prefeito
— utilizou a tribuna para indagar publicamente se o presidente da Câmara "teria sido abusado quando era criança".
V I D E O ↓ ↓ ↓ ↓ ↓
Atributos incompatíveis com a função pública
A agressão verbal causou imediata indignação na comunidade.
O uso de um crime bárbaro e de um trauma infantil como munição de ataque político chocou pela total ausência de escrúpulos, empatia e decoro.
Espera-se de um parlamentar, especialmente com formação na área da saúde e laços diretos com a chefia do Executivo, uma conduta de respeito e civilidade.
É inadmissível o uso de expedientes de violência psicológica voltados à destruição da imagem de um adversário.
O desabafo de um pai na tribuna
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O momento de maior carga emocional da sessão ocorreu com a presença do senhor Áureo Moacir de Souza, pai de Juninho Souza.
Fazendo uso legítimo da Tribuna Livre, o patriarca expressou a dor de uma família inteira ao ver a infância e a honra do filho serem vilipendiadas de forma tão covarde.
Sob um silêncio absoluto no plenário, o pai exigiu respeito e expôs a baixeza da manobra política.
A força do depoimento sensibilizou inclusive parlamentares da base governista, como a vereadora Mariana Fernandes, que votou a favor da investigação.
Opinião do Jornal Santa Notícia
É de uma pobreza moral assustadora ver um representante do povo descer a um nível tão degradante. Indagar sobre abusos na infância não configura debate político ou fiscalização:
é pura perversidade. Santa Cruz do Rio Pardo não merece ser envergonhada dessa forma em seu Legislativo.
Fica aqui o repúdio categórico desta redação e o nosso apoio ao presidente Juninho Souza. A aprovação da Comissão Processante demonstra que as instituições ainda resistem aos excessos de poder.
Que as medidas disciplinares sejam aplicadas com o rigor máximo que a gravidade e a crueldade do caso exigem.
📑 Fontes Oficiais e Ritos Legais (Utilidade Pública)
Para assegurar o rigor técnico, a transparência e o compromisso jornalístico com a legalidade dos fatos narrados, o Jornal Santa Notícia detalha o amparo jurídico que norteia a abertura deste processo:
- Fundamentação Jurídica: A abertura da Comissão Processante foi realizada com base no Decreto-Lei nº 201, de 27 de fevereiro de 1967, que regula o processo de cassação de mandato de vereadores por infração político-administrativa e quebra de decoro parlamentar. [1]
- A Votação: O quórum de recebimento seguiu o rito oficial, sendo aprovado pela maioria dos vereadores presentes (7 votos favoráveis a 5 contra), o que valida a legalidade imediata do início dos trabalhos.
- Próximos Passos e Prazos: A comissão agora emitirá uma notificação oficial ao vereador denunciado, que terá o prazo legal de 10 dias para apresentar sua defesa prévia por escrito e arrolar testemunhas.
- Prazo de Conclusão: O processo completo da Comissão Processante tem o prazo improrrogável de 90 dias, contados a partir da data em que o denunciado for notificado, para emitir o parecer final e levá-lo à votação em plenário.
- Direito de Resposta: Em estrito cumprimento aos princípios constitucionais do contraditório, da ampla defesa e da Lei de Imprensa, este espaço editorial permanece aberto para que a assessoria jurídica e política do vereador Mauro Assis manifeste sua versão oficial sobre os fatos e sobre a instauração da investigação.