InícioMundo🚨 BROperação Wi-Fi e o Cerco ao Documentário de Bolsonaro por Desvios de R$ 26 MilhõesASÍLIA EM CHAMAS:
🚨 BROperação Wi-Fi e o Cerco ao Documentário de Bolsonaro por Desvios de R$ 26 MilhõesASÍLIA EM CHAMAS:
terça-feira, junho 02, 2026 às
11:48
Operação Wi-Fi Livre SP: Desvio de R$ 26 Milhões | Jornal Santa NotíciaOperação Wi-Fi Livre SP: Desvio de R$ 26 Milhões em Contratos | Jornal Santa Notícia
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre SP contra um esquema milionário de corrupção.
As investigações apontam para um desvio de fundos públicos na capital paulista que ultrapassa os R$ 26 milhões.
O caso ganhou repercussão nacional em Brasília pelo suposto uso dessa verba na produção do documentário "Dark Horse" (Azarão), que narra a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O escândalo mexe com os bastidores do poder nacional e levanta o debate sobre o uso de contratos públicos para o financiamento oculto de propaganda política.
💸 O Rombo Milionário e as Empresas de Fachada
O programa municipal deveria levar internet gratuita para as comunidades da periferia de São Paulo.
No entanto, auditorias apontam que o contrato original com o Instituto Conhecer Brasil (ICB) sofreu aditivos suspeitos.
O valor saltou de R$ 108 milhões para impressionantes R$ 157,1 milhões.
A grande fraude revelada pela polícia mostra o uso de um padrão clássico de desvio:
Pagamentos sem Serviço:
Pelo menos R$ 26 milhões foram integralmente pagos a empresas que não entregaram nenhum ponto de conectividade.
Empresas de Prateleira:
O dinheiro foi pulverizado em uma rede de subcontratações com firmas sem estrutura física ou capital social compatível.
A Rota do Dinheiro:
Notas fiscais frias foram emitidas para justificar serviços inexistentes de suporte técnico e infraestrutura de dados.
🎥 O Fator "Dark Horse" e a Conexão com Brasília
A investigação criminal mudou de patamar quando os investigadores cruzaram o fluxo bancário das empresas beneficiadas.
O rastro financeiro levou diretamente à empresária Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora Go Up Entertainment.
A produtora é a responsável pela realização do documentário "Dark Horse", que exalta a figura de Jair Bolsonaro.
A suspeita central da Polícia Civil e que mobiliza o Ministério Público é que os R$ 26 milhões pagos pela prefeitura de São Paulo financiaram, na verdade, a produção e distribuição do longa-metragem.
O envolvimento da ONG e da produtora colocou o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional em estado de alerta técnico.
🏛️ Reações Políticas e os Próximos Passos
O impacto da operação foi imediato nas esferas de poder:
Oposição Exige CPI:
Parlamentares em Brasília já articulam pedidos de comissões de inquérito para rastrear outros contratos da mesma ONG em diferentes estados.
Defesa Contesta:
Aliados do ex-presidente e a produtora alegam que os recursos do filme possuem origem estritamente privada. Eles classificam a operação como uma manobra com interesses políticos.
Alerta nos Tribunais:
O Tribunal de Contas acompanha o desdobramento e sinaliza o bloqueio imediato dos bens de todos os envolvidos e das empresas subcontratadas.
As investigações continuam sob sigilo judicial no Tribunal de Justiça, mas o cerco técnico sobre as prestações de contas indica que novas fases da operação podem atingir contratos semelhantes no interior do país nas próximas semanas.