Giro Europeu: Lula lidera comitiva recorde em ofensiva contra a direita global

BRASÍLIA – J S N
O tabuleiro político internacional ganha novos contornos nesta quinta-feira (16). 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia uma missão estratégica de alto escalão com destino a Espanha, Alemanha e Portugal
Acompanhado por uma delegação recorde de 15 ministros
 — a maior enviada à Europa neste mandato 
— o governo busca consolidar uma barreira internacional contra o avanço de movimentos conservadores.
A Estratégia de Barcelona e o Xadrez na ONU
Apelidada nos bastidores de "Giro Anti-Trump", a viagem tem seu ponto alto em Barcelona, durante o fórum "Democracias Sempre".
 Ali, Lula pretende liderar uma articulação global para fortalecer frentes progressistas.
O movimento mais audacioso, porém, é diplomático: 
o Brasil carrega a missão de viabilizar o nome da ex-presidente chilena, Michelle Bachelet, para o cargo de Secretária-Geral da ONU. 
O plano é colocar uma aliada estratégica no comando das Nações Unidas, criando um contrapeso direto à hegemonia conservadora no cenário global.
Pragmatismo Econômico: Bilhões em Jogo na Alemanha
Nem tudo é ideologia. Na Alemanha, a agenda foca na Hannover Messe, a maior feira industrial do mundo, onde o Brasil será o País Parceiro em 2026. 
O governo trabalha para:
  • Atrair Investimentos: 
  • Destravar aportes bilionários em tecnologia e indústria 4.0.
  • Energia Limpa: 
  • Consolidar parcerias para o Hidrogênio Verde (H2V).
  • Mercosul-UE: 
  • Finalizar arestas do acordo comercial com foco em sustentabilidade.
Com o petróleo em alta devido às ameaças de Donald Trump de bloquear o Estreito de Ormuz 
— crise que já fez o barril disparar para US$ 119 
— a comitiva corre para acelerar acordos de transição energética e tentar blindar a economia brasileira do choque externo.
o Brasil carrega a missão de viabilizar o nome da ex-presidente chilena, Michelle Bachelet, para o cargo de Secretária-Geral da ONU. 
Repercussão e Impacto
A magnitude da missão já ecoa no Congresso Nacional. 
Enquanto governistas elogiam a retomada do protagonismo brasileiro, a oposição critica o tamanho da comitiva. 
O que está em jogo são alianças que podem definir os rumos da economia e da influência do Brasil até 2026.

Fontes: Agência Brasil, Reuters, Rádio Itatiaia, BrasilAlemanha News e Jornal Santa Notícia.
Tags: #Diplomacia #Lula #ONU #Economia #EnergiaLimpa #PoliticaInternacional
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