💣 BOMBA:
Crise do Diesel atinge rizicultores no RS; Preço do arroz entra em Alerta Vermelho!
🌾 ARROZ PREOCUPA NO RS E IMPACTA SÃO PAULO
📍 O reflexo do Estreito de Ormuz chegou ao Sul. Relatos de dificuldades extremas vêm de rizicultores do Rio Grande do Sul, que já não conseguem combustível para as colheitadeiras.
💣 BOMBA:Relatos de dificuldades vêm de rizicultores do Rio Grande do Sul,
As restrições de oferta de óleo diesel
— com a disparada nas cotações internacionais do petróleo desde o início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã
— seguiram se espalhando pelo país ontem, aumentando a preocupação com o escoamento da produção agrícola e com o funcionamento do maquinário nas fazendas.
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Há relatos de dificuldades nas principais regiões produtoras, do Sul ao Centro-Oeste.
No governo, a avaliação é que os problemas poderão se espalhar para os preços de alimentos, com atenção para o milho, usado na ração animal, o que poderá encarecer as carnes.
Por enquanto, as medidas seguem concentradas na redução de tributos sobre combustíveis e no reforço da fiscalização dos reajustes, mas a ideia de uma linha de crédito emergencial ganhou força.
Relatos de dificuldades vêm de rizicultores do Rio Grande do Sul, que respondem por 70% do abastecimento nacional de arroz, de produtores de soja do Centro-Oeste, que correm para terminar de colher mais uma supersafra e começar o plantio da segunda safra de milho, e das usinas de açúcar e etanol de São Paulo, que estão para iniciar a safra 2026/2027.
O diesel abastece tanto os caminhões que levam a produção agrícola para a indústria ou para os portos quanto os tratores que puxam colheitadeiras e semeadeiras.
— O impacto não acontece apenas nos produtos que estão sendo colhidos, mas também naqueles que estão sendo plantados já que as plantadeiras e outras máquinas também usam o diesel.
James Thorp, presidente da Fecombustíveis, principal representante nacional dos postos do varejo, a incerteza sobre preços e fornecimento acabam acelerando o consumo, junto com a demanda da agropecuária:
No Sul, a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) atualizou ontem um levantamento com as prefeituras sobre o quanto a restrição para obter diesel para veículos e máquinas oficiais está afetando serviços públicos: 165 municípios, de 345 que responderam, relataram problemas, ante 142, na sexta-feira.
Segundo o Paranapetro, que representa os postos no Paraná, ocorreram desabastecimentos pontuais no estado, por causa da “demanda fora do normal”, sobretudo no interior, por causa do agronegócio.
No Sudeste, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) demonstrou preocupação com a possível falta de diesel em plena colheita de grãos e da cana-de-açúcar.
Em São Paulo, maior produtor de açúcar e etanol, o temor é que falte diesel para as colheitadeiras de cana, cujo corte da safra 2026/2027 está para começar, disse Eduardo Valdivia, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis de Campinas e Região (Recap):
— Em Ribeirão Preto, várias usinas de cana já estão parando e atrasando a colheita porque há dificuldade no abastecimento. Isso vai gerar impacto no etanol e no açúcar.
No Centro-Oeste, o fluxo de caminhões está dedicado ao escoamento da soja recém-colhida, e os tratores precisam do diesel para plantar a segunda safra de milho.
Em Mato Grosso do Sul, o movimento é de antecipação de compras e reforço de estoques do combustível, disse Edson Lazaroto, diretor-executivo do Sinpetro, que representa os postos do estado.
Além disso, a crise ocorre “em um momento particularmente delicado para os produtores rurais, que já enfrentam custos elevados de produção, escassez e encarecimento do crédito, endividamento em patamares históricos e margens comprimidas”, ressaltou a Aprosoja-MT, associação de produtores de Mato Grosso.
Brasil soberano 2
A Abramilho, dos produtores de milho, recebeu relatos de dificuldades de aquisição de diesel do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo.
Em outra frente, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça vai iniciar amanhã um plantão para apoiar Procons de todo o país nos processos de fiscalização de preços abusivos de combustíveis.
Além disso, voltou a circular em Brasília ontem a proposta de lançar uma espécie de Brasil Soberano 2 — segunda fase do programa de socorro para as empresas atingidas pelo tarifaço de Donald Trump. A ideia foi aventada semana passada pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, dado que os recucrsos sobraram.
O Brasil Soberano tinha R$ 30 bilhões disponíveis, mas aprovou cerca de R$ 16 bilhões.

